![]() |
| (Imagem Cenf) |
Existem mutações que fazem com que uma célula apenas se divida exageradamente, mas não tenha a capacidade de invadir outros tecidos. Isto leva aos chamados tumores benignos ou não cancerosos.
Quando ocorrem mutações no material genético de uma ou mais células, e estas adquirem a capacidade não só de se dividir de maneira descontrolada, mas também de evitar a morte celular que seria normal no ciclo de vida de qualquer célula do organismo, e também de invadir tecidos adjacentes, elas dão origem ao câncer.
Estas células, agora cancerosas, adquirem a capacidade de se desprender do tumor, entrar na circulação (linfática ou venosa) e se implantar em outros órgãos. Esta capacidade de sobreviver em meio a outro tecido ou órgão é uma particularidade das células cancerosas, que também conseguem promover crescimento de novos vasos para alimentar a sua própria divisão celular exagerada.
Assim, tumores malignos ou cânceres, além de constituir populações de células que crescem exageradamente, invadem outros tecidos diretamente ou pela circulação e são um risco à vida dos indivíduos.
O câncer de mama, além de ser classificado em diversos tipos, com características e graus de gravidade diferentes, deve sempre ser estadiado, isto é, passar por uma avaliação quanto à sua extensão e disseminação. Este estadiamento determina se a doença é localizada (precoce), localmente avançada (tumor grande e com gânglios comprometidos) ou metastática (espalhada para outros órgãos).
Termos Gerais para Câncer de Mama
Os termos mais usados para descrever o câncer de mama são:
Carcinoma - Descreve o câncer que começa na camada de revestimento (células epiteliais) dos órgãos, como o da mama. Quase todos os cânceres de mama são carcinomas (ductal ou lobular).
Adenocarcinoma - É um tipo de carcinoma que começa no tecido glandular (tecido que produz e secreta uma substância). Os ductos e lobos da mama são tecidos glandulares (produzem o leite materno), e os cânceres nessas áreas são frequentemente chamados de adenocarcinomas.
Carcinoma In Situ - Este termo é usado para um tumor em fase inicial, ou seja, que está confinado à camada de células onde se originou. As células não invadiram os tecidos mais profundos na mama, nem se espalharam para outros órgãos. O carcinoma ductal in situ da mama é, às vezes, classificado como o câncer de mama não invasivo ou pré-invasivo porque pode evoluir para um câncer de mama invasivo se não for tratado.
Carcinoma Invasivo - Um tumor invasivo é aquele que já cresceu para além da camada de células onde se iniciou. A maioria dos cânceres de mama são carcinomas invasivos (carcinoma ductal invasivo e carcinoma lobular invasivo).
Sarcoma - São cânceres que começam nos tecidos conjuntivos, como o tecido muscular, tecido adiposo ou vasos sanguíneos. Sarcomas de mama são raros.
- Alterações Benignas das Mamas
As principais alterações benignas das mamas são o fibroadenoma e as alterações funcionais.
O fibroadenoma é um nódulo pequeno, com até 3 cm, de origem e evolução benigna, de consistência dura e elástica, móvel à palpação, de superfície lobulada, bem delimitado, indolor, geralmente único e que aparece depois da adolescência.
Trata-se de uma lesão sem potencial de malignização. Certos tipos de câncer, chamados tumores circunscritos, podem simular um fibroadenoma, sendo, portanto, prudente que os fibroadenomas sejam submetidos à confirmação histopatológica (estudo da célula).
A causa mais frequente de dor mamária é a alteração funcional benigna da mama, antes conhecida como displasia mamária. A dor é cíclica e depende da ação dos hormônios ovarianos sobre a mama, tornando-a túrgida e dolorida, principalmente no período pré-menstrual e que pode ainda ser agravada pela ingestão exagerada de cafeína (café, chá mate, chocolate). A mulher com duas ou mais gestações e que amamentou por mais de seis meses, em geral, não refere esse tipo de dor mamária. Os traumas, infecções, neurites e inflamações nos arcos costais são outras causas de dor na região das mamas. Como regra geral lembre-se: o câncer de mama não provoca dor na sua fase inicial.
Uma alteração funcional bastante comum são os cistos mamários. Na grande maioria dos casos, o cisto mamário simples é uma alteração benigna e consiste no acúmulo de líquido, ocasionando maior sensibilidade ou provocando dor localizada, sem qualquer outra repercussão. É uma pequena bolha de água que pode ser esvaziada com uma agulha quando atrapalha a realização da mamografia ou provoca dor constante. Haverá risco de doença, quando está associado a um componente sólido denominado "vegetação” e que se situa dentro dessa bolha de líquido, fato que não costuma ocorrer com frequência.
A maioria dos cistos é pequena (microcistos), surgem próximos do período menstrual e tornam as mamas doloridas. Em geral não são palpáveis e podem ser detectados pela ultrassonografia. Quase sempre são múltiplos, não representam problema clínico e não precisam receber qualquer atenção específica. Os cistos maiores do que 2 cm são facilmente palpáveis, crescem rapidamente e ocasionam desconforto e dor. Possuem consistência amolecida e podem atingir grandes volumes, se não forem aspirados pelo médico usando uma agulha fina.
A ultrassonografia é o método diagnóstico ideal da doença cística e dos nódulos sólidos benignos. O cisto aparece como nódulo de contornos bem definidos, com líquido em seu interior. Ao se analisar a mamografia, os cistos podem ser confundidos com nódulos sólidos e alguns médicos podem indicar a sua aspiração, guiada pela ultrassonografia, antes de se realizar a mamografia, evitando a confusão com o nódulo sólido.
A mamografia é o exame ideal para doença mamária inicial, principalmente quando a única alteração observada são as microcalcificações.
A punção aspirativa com agulha fina representa o tratamento dos cistos simples. Durante a punção pode obter-se líquido transparente, amarelado, esverdeado ou sanguinolento. A presença de material sanguinolento, na persistência de nodulação após a punção, na presença de vegetação intracística ou em casos de reaparecimento do cisto no local já puncionado, esse tecido deve ser removido cirurgicamente para análise.
A identificação clínica e confirmação pela ultrassonografia de nódulos com tamanho inferior a 2 cm, forma arredondada ou oval, contorno liso ou bocelado, sem distorção do parênquima, em pacientes de baixo risco, permite acompanhamento mensal, confirmando a sua estabilidade a critério do mastologista. Raramente esses nódulos representam doença maligna. A perícia do ultrassonografista, detalhando e qualificando eventuais alterações desse padrão, pode antecipar as possibilidades de diagnóstico e exigir estudo anatomopatológico mais precoce.
Características do Nódulo Benigno
Clínica
|
Imagem
|
Idade inferior a 30 anos
|
Bordas bem definidas; circunscrito
|
Antecedentes pessoais e familiares ausentes
|
Regular
|
Fibroelástico
|
Superfície lisa, bocelada ou macrolobular
|
Móvel
|
Ultrassonografia sem sombra acústica
|
Inferior a 2 cm
|
Múltiplos e bilaterais
|
Crescimento lento
|
Calcificações grosseiras em "pipoca”, em leite de cálcio, cutâneas, ovais, homogenias e difusas.
|
Condições Clínicas e de Imagem consideradas de Alto Risco
Clínica
|
Imagem
|
Idade superior a 35 anos
|
Bordas irregulares
|
Antecedentes de câncer mamário
|
Microlobulações
|
Antecedente de lesão mamária hiperplásica
|
Superfície mal definida
|
Linfoadenopatia axilar suspeita
|
Ultrassonografia com sombra acústica
|
Nódulo endurecido
|
Nódulo intracístico
|
Tumor fixo a planos profundos
|
Espiculações
|
Presença de retração da pele
|
Microcalcificações agrupadas, segmentar, linear, "vermiforme” ou focal, pleomórficas ou heterogêneas.
|
A retirada cirúrgica de nódulos suspeitos exige exame anatomopatológico intraoperatório imediato e exame de congelação. Nessa situação é indispensável a opinião de médico patologista para o exame detalhado do tecido e decisão da tática cirúrgica.
O risco de resultados falso positivo ou falso negativo, decorrente da maior quantidade de células, exige a máxima atenção do mastologista e do patologista, atentos às mudanças da mama em relação ao ciclo menstrual. Sempre que possível, a cirurgia deve ser realizada após o final do ciclo menstrual, reduzindo os efeitos de hormônios nas mamas.
A mamotomia ou Core Biopsy guiadas por ultrassonografia ou mamografia obtém fragmentos de tecido e proporciona um resultado anatomopatológico mais preciso. Quando os exames desses fragmentos forem negativos para carcinoma, não é necessária a retirada completa do tumor. Nessas condições, a cirurgia pode ser realizada sob anestesia local e sedação.
Apesar do custo elevado e risco de hematoma, a mamotomia constitui o método de escolha para esclarecer o diagnóstico definitivo diante de microcalcificações agrupadas, lesões não palpáveis ou nódulos profundos, caracterizados pela mamografia ou ultrassonografia.
No caso do resultado citológico ou anatomopatológico da biópsia indicar material escasso, inconclusivo, presença de atipias, hiperplasia ductal, carcinoma in situ ou, havendo discordância entre o exame clínico, ultrassonografia, mamografia ou ressonância magnética, considera-se obrigatória a retirada da área suspeita, com exame anatomopatológico intraoperatório de congelação, estabelecendo-se então o diagnóstico e conduta definitiva.
Havendo diagnóstico de câncer, a mamografia ou a ressonância magnética permitem detalhar as características do tumor, presença de múltiplos focos, extensão regional da doença ou bilateralidade, contribuindo para a programação do tratamento pelo mastologista, oncologista, radioterapeuta e apoio indispensável da equipe de psicologia.
- Principais Dados Estatísticos sobre o Câncer de Mama
O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o
mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca
de 1,67 milhões de casos novos dessa neoplasia foram esperados para o ano de 2012,
em todo o mundo, o que representa 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados
nas mulheres. Suas taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do mundo.
O câncer de mama é a maior causa de morte por câncer nas mulheres em todo o mundo, com cerca de 520 mil mortes estimadas por ano. É a segunda causa de morte por câncer nos países desenvolvidos, atrás somente do câncer de pulmão, e a maior causa de morte por câncer nos países em desenvolvimento.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima para 2014 e 2015, que sejam diagnosticados 57.120 novos casos de câncer de mama no Brasil com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o tipo mais frequente nas mulheres das regiões Sudeste (71,18/ 100 mil), Sul (70,98/ 100 mil), Centro--Oeste (51,30/ 100 mil) e Nordeste (36,74/ 100 mil). Na região Norte, é o segundo tumor mais incidente (21,29/ 100 mil).
Apesar de ser considerado um câncer de relativamente bom prognóstico, se diagnosticado e tratado oportunamente, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.
- Causas do Câncer de Mama
Muitos fatores de risco podem aumentar a chance de desenvolver câncer de mama, mas ainda não se sabe exatamente como alguns desses fatores de risco tornam as células cancerígenas. Os hormônios parecem desempenhar um papel importante em muitos casos de câncer de mama, mas ainda não se sabe como isso acontece.
O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas de todas as células. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso.
Alguns genes têm instruções para controlar o crescimento e a divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são denominados genes supressores do tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações no DNA que se transformam em oncogenes ou por desativação dos genes supressores do tumor.
Mutações Genéticas Hereditárias
Certas mutações hereditárias podem aumentar o risco de desenvolver determinados tipos de câncer e são responsáveis por muitos dos cânceres hereditários. Por exemplo, os genes BRCA (BRCA1 e BRCA2) são os genes supressores de tumor. Uma mutação em um desses genes pode ser herdada de um dos pais. Quando um desses genes sofre mutação, deixa de suprimir o crescimento anormal, propiciando o desenvolvimento do câncer.
As mulheres já começaram a se beneficiar dos avanços na compreensão da base genética do câncer de mama. Os testes genéticos identificam mulheres que herdaram mutações nos genes supressores de tumor BRCA1 ou BRCA2. Dessa forma, essas mulheres podem tomar medidas preventivas para reduzir o risco de câncer de mama e monitorar quaisquer alterações na mama, de modo a diagnosticar a doença numa fase inicial e iniciar o tratamento.
Embora muitas das mulheres com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 desenvolvam câncer, a maioria dos casos, incluindo o câncer de mama, não são causados por esse tipo de mutação. As mutações ou variações nos genes em geral são um fator no desenvolvimento do câncer, podendo ter um pequeno efeito sobre o desenvolvimento de casos individuais, mas o efeito global sobre uma população pode ser grande por ser comum, e muitas vezes as pessoas são afetadas com mais de um gene simultaneamente. Os genes envolvidos podem afetar níveis hormonais, metabolismo ou outras condições que interagem com fatores de risco para câncer de mama. Estes genes podem ser responsáveis por grande parte do risco de câncer de mama hereditário.
Mutações Genéticas Adquiridas
A maioria das mutações do DNA relacionadas ao câncer de mama não são hereditárias, mas adquiridas durante a vida de uma mulher. Existem alguns fatores de risco que provavelmente desempenham um papel importante nas mutações adquiridas, mas até agora não existe comprovação específica de qualquer mutação que cause o câncer mama.
Os exames para detectar as alterações genéticas adquiridas podem ajudar a prever com mais precisão o prognóstico para algumas mulheres com câncer de mama. Por exemplo, os testes podem identificar as mulheres com câncer de mama cujas células têm muitas cópias do oncogene HER2. Estes cânceres tendem a ser mais agressivos. Ao mesmo tempo, novos medicamentos que visam especificamente esses tipos de cânceres estão em constante desenvolvimento, melhorando o resultado do tratamento dessas pacientes.
- Onde devo me tratar?
Uma pergunta que deve ser respondida antes de proceder com qualquer tratamento é: Onde devo me tratar?
O tratamento do câncer deve ser conduzido por profissionais e em centros com capacitação adequada.
Um clínico geral não tem competência para prescrever quimioterápicos. Um cirurgião geral sem o devido treinamento também não tem habilidade para operar um caso de câncer de maneira adequada.
Se a cirurgia for realizada em um hospital público (SUS), a paciente deve se informar quem é o médico responsável pelo seu caso.
Não é aceitável que não haja um médico responsável, mesmo tratando-se de um hospital escola, onde eventualmente a paciente terá contato com diversos residentes e até alunos de graduação. Isto vale para cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
Especificamente no caso de doença metastática, em que o tratamento sistêmico pode durar vários anos, é extremamente importante que a paciente tenha um médico que conheça o seu histórico adequadamente, e com o qual a paciente tenha uma relação de confiança.
Se a paciente tiver a opção de escolher onde quer ser tratada, deve procurar um profissional com experiência no tratamento do câncer e em quem confie ou um centro de excelência no tratamento do câncer, e que em princípio terá profissionais mais habilitados.
No caso de radioterapia, a paciente deve atentar para o tipo de equipamento disponível, e discutir abertamente com o médico sobre a possibilidade de minimizar os efeitos colaterais, se for encaminhada para se tratar em algum centro com equipamento mais moderno.
Dependendo da situação clínica, pode ser solicitado para a paciente participar de um estudo clínico.
A pesquisa médica avança, justamente, comparando o tratamento tradicional, que pode (ou deve) ser oferecido em qualquer centro, com um tratamento inovador e potencialmente melhor.
A paciente deve averiguar junto com seu médico se existe algum estudo disponível em sua cidade, e se assim for, discutir abertamente sobre a hipótese de participar deste estudo.
Estudos clínicos estão disponíveis, geralmente, em grandes centros universitários ou hospitais privados de grande atendimento oncológico.
- Câncer de Mama em Jovens
O número de casos de câncer de mama em mulheres jovens aparentemente está crescendo em todo o mundo. Ainda não é possível identificar apenas uma causa para o aumento dos casos. No entanto, atualmente, pode-se falar em cura para os casos de câncer de mama detectados precocemente.
O início da puberdade marcado pelo desenvolvimento das mamas, quando associado a obesidade representa um fator de risco para o câncer de mama. Existe uma associação entre câncer de mama, idade precoce da menarca e maior índice de massa corporal e gordura corporal.
Cuidados Essenciais
Aparência e Forma de suas Mamas
É importante que você conheça a aparência e a forma de sua mama para poder notar rapidamente qualquer alteração. Converse com o seu médico imediatamente, caso perceba alguma alteração.
Conheça suas Mamas
Examine suas mamas por meio de visualização e toque mensalmente. Se você menstrua faça o exame uma semana após o término do fluxo. Se você não tem mais menstruações marque um dia do mês, por exemplo, dia primeiro, e faça o exame sempre neste dia. O seu médico pode lhe ensinar como fazê-lo, o que observar e buscar. O principal objetivo é que você conheça as suas mamas.
Exame Clínico das Mamas
Seu médico irá examinar suas mamas e axilas com o objetivo de procurar alguma alteração.
Conheça a História de sua Família
Se existem casos de câncer na sua família, é muito provável que você deva fazer a mamografia com menos de 40 anos. Existem alterações genéticas que aumentam a probabilidade de desenvolver câncer e que são transmitidas de uma geração para outra.
- Sinais e Sintomas do Câncer de Mama
Os sinais e sintomas do câncer podem variar, e algumas mulheres que têm câncer podem não apresentar nenhum destes sinais e sintomas. De qualquer maneira, é recomendável que a mulher conheça suas mamas, e saiba reconhecer alterações para poder alertar o médico.
A melhor época do mês para que a mulher que ainda menstrua avalie as próprias mamas para procurar alterações é alguns dias após a menstruação, quando as mamas estão menos ingurgitadas (inchadas). Nas mulheres que já estão na menopausa, este autoexame pode ser feito em qualquer época do mês.
Alterações devem ser relatadas ao seu médico, mesmo que elas tenham aparecido pouco tempo depois de uma mamografia ou do exame clínico das mamas feito pelo profissional de saúde.
O câncer de mama pode apresentar vários sinais e sintomas, como:
Nódulo único endurecido.
Abaulamento de uma parte da mama.
Edema (inchaço) da pele.
Eritema (vermelhidão) na pele.
Inversão do mamilo.
Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas.
Sensação de nódulo aumentado na axila.
Espessamento ou retração da pele ou do mamilo.
Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos.
Inchaço do braço.
Dor na mama ou mamilo.
Vale a pena lembrar que na grande maioria dos casos, a vermelhidão, inchaço na pele e mesmo o aumento de tamanho dos gânglios axilares representam inflamação ou infecção (mastite, por exemplo), especialmente se acompanhados de dor.
Mas como existe uma forma rara de câncer de mama que se manifesta como inflamação, estes achados devem ser relatados ao médico da mesma maneira, e a mulher deve passar por um exame clínico, obrigatoriamente.
- Tipos de Câncer de Mama
Existem vários tipos de câncer de mama, mas alguns deles são bastante raros. Em alguns casos, um único tumor na mama pode ser uma combinação destes tipos ou ser uma mistura de câncer de mamain situ e invasivo.
Carcinoma Ductal In Situ
O carcinoma ductal in situ, também conhecido como carcinoma intraductal, é considerado não invasivo ou câncer de mama pré-invasivo. A diferença entre o carcinoma ductal in situ e carcinoma invasivo é que as células não se espalharam através dos ductos para o tecido mamário adjacente. O carcinoma ductal in situ é considerado um pré-câncer, pois em alguns casos pode se tornar um câncer invasivo.
Cerca de 20% dos novos casos de câncer de mama serão de carcinoma ductal in situ. Quase todas as mulheres diagnosticadas neste estágio da doença podem ser curadas.
Carcinoma Lobular In Situ
No carcinoma lobular in situ as células se parecem com as células cancerosas que crescem nos lobos das glândulas produtoras de leite, mas não se desenvolvem através da parede dos lobos.
Carcinoma Ductal Invasivo
Este é o tipo mais comum de câncer de mama. O carcinoma ductal invasivo (ou infiltrante) se inicia em um duto de leite, rompe a parede desse duto e cresce no tecido adiposo da mama. A partir dai, pode se espalhar (metástase) para outras partes do corpo através do sistema linfático e da circulação sanguínea. Cerca de 80% dos cânceres de mama invasivos correspondem ao carcinoma ductal infiltrante.
Carcinoma Lobular Invasivo
O carcinoma lobular invasivo começa nas glândulas produtoras de leite (lobos). Assim como o carcinoma ductal invasivo pode se espalhar para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cânceres de mama invasivos correspondem ao carcinoma lobular invasivo. Este tipo pode ser mais difícil de ser detectado na mamografia do que o carcinoma ductal invasivo.
Tipos menos comuns de Câncer de Mama
Câncer de Mama Inflamatório - É raro e corresponde a 1 - 3% dos cânceres de mama. Normalmente não existe um único nódulo ou tumor. A paciente se apresenta com vermelhidão e inchaço da pele da mama, aumento da temperatura local, frequentemente sem uma massa ou nódulo palpáveis. Ele também pode dar uma aparência de casca de laranja à pele. As alterações na pele não são causadas pelas células cancerosas que bloqueiam os vasos linfáticos da pele. A mama pode se tornar maior ou mais firme, suave ou provocar coceira. Em estágios iniciais, o câncer de mama inflamatório é muitas vezes confundido com mastite (inflamação da mama) e tratada como uma infecção com antibióticos. Este tipo de câncer de mama tem maior chance de disseminação e um prognóstico pior do que o carcinoma ductal invasivo ou lobular.
Câncer de Mama Triplo-negativo - Este termo é usado para descrever os cânceres de mama cujas células não são receptores de estrogênio e progesterona, e não tem excesso da proteína HER2. Os cânceres de mama com essas características tendem a ocorrer com maior frequência em mulheres mais jovens e em mulheres negras. Esse tipo de câncer tende a crescer e se espalhar mais rapidamente do que a maioria dos outros tipos de câncer de mama. Como as células tumorais têm esses receptores, a terapia hormonal e os medicamentos que tem como alvo o HER2 não são tratamentos eficazes. A quimioterapia é, muitas vezes, recomendada até mesmo para a doença em estágio inicial, uma vez que reduz o risco da recidiva.
Doença de Paget - Este tipo de câncer de mama começa nos ductos mamários e se espalha para a pele do mamilo e para a aréola. É raro, representando cerca de 1% dos casos de câncer de mama. A doença de Paget apresenta células cancerosas no mamilo, frequentemente causando irritação local, descamação, prurido e vermelhidão. A mulher pode manifestar queimação ou coceira. A doença de Paget é quase sempre associada ao carcinoma ductal in situ ou ao carcinoma ductal invasivo. O tratamento geralmente requer mastectomia. Na grande maioria dos casos, este diagnóstico está associado à presença de carcinoma ductal in situ ou a uma forma invasiva de câncer em algum outro local da mama.
Tumor Filoide - É um tipo de tumor de mama muito raro, que se desenvolve no estroma (tecido conjuntivo) da mama, em contraste com os carcinomas, que se desenvolvem nos ductos ou lobos. Estes tumores são geralmente benignos, mas em raras ocasiões podem ser malignos. A cirurgia é muitas vezes o único tratamento. Quando se espalha pode ser tratado com quimioterapia.
Angiosarcoma - Este tipo de câncer começa nas células que revestem os vasos sanguíneos ou vasos linfáticos. Raramente ocorre na mama. Quando isso acontece, geralmente se desenvolve como uma complicação da radioterapia inicial. Entretanto, essa é uma complicação rara da radioterapia mamária que pode aparecer 5 a 10 anos após o tratamento. O angiosarcoma também pode ocorrer nos braços de mulheres que desenvolvem linfedema como resultado da cirurgia dos linfonodos ou da radioterapia mamária. Esses cânceres tendem a crescerem e se espalharem rapidamente. O tratamento é geralmente o mesmo que para os outros tipos de sarcomas.
Tipos Especiais de Carcinoma de Mama Invasivo
Existem alguns tipos especiais de câncer de mama que são subtipos do carcinoma invasivo. Alguns deles podem ter um prognóstico melhor do que o carcinoma ductal invasivo e incluem:
Carcinoma cístico adenoide.
Carcinoma metaplásico.
Carcinoma medular.
Carcinoma mucinoso.
Carcinoma papilífero.
Carcinoma Tubular.
Alguns subtipos têm o mesmo ou talvez um pior prognóstico do que o carcinoma ductal invasivo, e incluem:
Carcinoma metaplásico (a maioria dos tipos, incluindo células fusiformes e escamosas).
Carcinoma micropapilífero.
Carcinoma Misto (com características de ductal invasivo e lobular).
Em geral, todos estes subtipos são tratados como carcinoma ductal invasivo.
Carcinoma Ductal In Situ
O carcinoma ductal in situ, também conhecido como carcinoma intraductal, é considerado não invasivo ou câncer de mama pré-invasivo. A diferença entre o carcinoma ductal in situ e carcinoma invasivo é que as células não se espalharam através dos ductos para o tecido mamário adjacente. O carcinoma ductal in situ é considerado um pré-câncer, pois em alguns casos pode se tornar um câncer invasivo.

Cerca de 20% dos novos casos de câncer de mama serão de carcinoma ductal in situ. Quase todas as mulheres diagnosticadas neste estágio da doença podem ser curadas.
Carcinoma Lobular In Situ
No carcinoma lobular in situ as células se parecem com as células cancerosas que crescem nos lobos das glândulas produtoras de leite, mas não se desenvolvem através da parede dos lobos.

Carcinoma Ductal Invasivo
Este é o tipo mais comum de câncer de mama. O carcinoma ductal invasivo (ou infiltrante) se inicia em um duto de leite, rompe a parede desse duto e cresce no tecido adiposo da mama. A partir dai, pode se espalhar (metástase) para outras partes do corpo através do sistema linfático e da circulação sanguínea. Cerca de 80% dos cânceres de mama invasivos correspondem ao carcinoma ductal infiltrante.
Carcinoma Lobular Invasivo
O carcinoma lobular invasivo começa nas glândulas produtoras de leite (lobos). Assim como o carcinoma ductal invasivo pode se espalhar para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cânceres de mama invasivos correspondem ao carcinoma lobular invasivo. Este tipo pode ser mais difícil de ser detectado na mamografia do que o carcinoma ductal invasivo.
Tipos menos comuns de Câncer de Mama
Câncer de Mama Inflamatório - É raro e corresponde a 1 - 3% dos cânceres de mama. Normalmente não existe um único nódulo ou tumor. A paciente se apresenta com vermelhidão e inchaço da pele da mama, aumento da temperatura local, frequentemente sem uma massa ou nódulo palpáveis. Ele também pode dar uma aparência de casca de laranja à pele. As alterações na pele não são causadas pelas células cancerosas que bloqueiam os vasos linfáticos da pele. A mama pode se tornar maior ou mais firme, suave ou provocar coceira. Em estágios iniciais, o câncer de mama inflamatório é muitas vezes confundido com mastite (inflamação da mama) e tratada como uma infecção com antibióticos. Este tipo de câncer de mama tem maior chance de disseminação e um prognóstico pior do que o carcinoma ductal invasivo ou lobular.

Câncer de Mama Triplo-negativo - Este termo é usado para descrever os cânceres de mama cujas células não são receptores de estrogênio e progesterona, e não tem excesso da proteína HER2. Os cânceres de mama com essas características tendem a ocorrer com maior frequência em mulheres mais jovens e em mulheres negras. Esse tipo de câncer tende a crescer e se espalhar mais rapidamente do que a maioria dos outros tipos de câncer de mama. Como as células tumorais têm esses receptores, a terapia hormonal e os medicamentos que tem como alvo o HER2 não são tratamentos eficazes. A quimioterapia é, muitas vezes, recomendada até mesmo para a doença em estágio inicial, uma vez que reduz o risco da recidiva.
Doença de Paget - Este tipo de câncer de mama começa nos ductos mamários e se espalha para a pele do mamilo e para a aréola. É raro, representando cerca de 1% dos casos de câncer de mama. A doença de Paget apresenta células cancerosas no mamilo, frequentemente causando irritação local, descamação, prurido e vermelhidão. A mulher pode manifestar queimação ou coceira. A doença de Paget é quase sempre associada ao carcinoma ductal in situ ou ao carcinoma ductal invasivo. O tratamento geralmente requer mastectomia. Na grande maioria dos casos, este diagnóstico está associado à presença de carcinoma ductal in situ ou a uma forma invasiva de câncer em algum outro local da mama.
Tumor Filoide - É um tipo de tumor de mama muito raro, que se desenvolve no estroma (tecido conjuntivo) da mama, em contraste com os carcinomas, que se desenvolvem nos ductos ou lobos. Estes tumores são geralmente benignos, mas em raras ocasiões podem ser malignos. A cirurgia é muitas vezes o único tratamento. Quando se espalha pode ser tratado com quimioterapia.
Angiosarcoma - Este tipo de câncer começa nas células que revestem os vasos sanguíneos ou vasos linfáticos. Raramente ocorre na mama. Quando isso acontece, geralmente se desenvolve como uma complicação da radioterapia inicial. Entretanto, essa é uma complicação rara da radioterapia mamária que pode aparecer 5 a 10 anos após o tratamento. O angiosarcoma também pode ocorrer nos braços de mulheres que desenvolvem linfedema como resultado da cirurgia dos linfonodos ou da radioterapia mamária. Esses cânceres tendem a crescerem e se espalharem rapidamente. O tratamento é geralmente o mesmo que para os outros tipos de sarcomas.
Tipos Especiais de Carcinoma de Mama Invasivo
Existem alguns tipos especiais de câncer de mama que são subtipos do carcinoma invasivo. Alguns deles podem ter um prognóstico melhor do que o carcinoma ductal invasivo e incluem:
Carcinoma cístico adenoide.
Carcinoma metaplásico.
Carcinoma medular.
Carcinoma mucinoso.
Carcinoma papilífero.
Carcinoma Tubular.
Alguns subtipos têm o mesmo ou talvez um pior prognóstico do que o carcinoma ductal invasivo, e incluem:
Carcinoma metaplásico (a maioria dos tipos, incluindo células fusiformes e escamosas).
Carcinoma micropapilífero.
Carcinoma Misto (com características de ductal invasivo e lobular).
Em geral, todos estes subtipos são tratados como carcinoma ductal invasivo.
- Perguntas para o Médico sobre o Câncer de Mama
O diagnóstico do câncer cria muitas dúvidas e inseguranças. Anote sempre as suas e pergunte para seu médico.
Algumas sugestões de perguntas a serem feitas:
- Qual é exatamente a minha doença?
- Qual é a extensão da minha doença? O que isto quer dizer?
- Qual o estadiamento da doença? Como isso afeta as opções de tratamento e o prognóstico?
- A doença já se espalhou para os linfonodos ou outros órgãos?
- Quais são as opções de tratamento? Estas opções têm intuito curativo?
- Qual cirurgia está indicada (mastectomia, quadrantectomia)?
- Quais são os riscos da cirurgia? Quais as complicações?
- Será feita dissecção de linfonodo sentinela? Será feito esvaziamento axilar?
- Quais os riscos desses procedimentos?
- Quanto tempo após a cirurgia poderá ser iniciado o tratamento sistêmico?
- A cirurgia causa dor? Como será controlada?
- Quanto tempo após a cirurgia posso retornar ao trabalho?
- Vou precisar de fisioterapia após a cirurgia?
- O que é linfedema e quais os sinais e sintomas?
- Quais as consequências do linfedema após o tratamento?
- Quais os efeitos colaterais esperados para cada um dos tratamentos propostos?
- O que pode ser feito para minimizar os efeitos adversos?
- Quais os resultados obtidos com tratamentos como o que está sendo oferecido, em pacientes com casos semelhantes ao meu?
- Existem pesquisas com medicações ou procedimentos novos que poderiam me dar uma chance melhor de cura ou controle da doença?
- Poderei fazer a cirurgia de reconstrução da mama?
- Como e quando é feita a cirurgia de reconstrução?
- Quando poderei retornar às minhas atividades normais?
- Poderei realizar atividades físicas?
- Se surgirem metástases, como isso influenciará o tratamento?
- Preciso estar preocupada com a exposição ao sol?
- Você recomenda suplementos nutricionais ou alterações para a minha dieta?
- No centro de tratamento terei assistência de nutricionista?
- A minha vida sexual será normal depois do tratamento?
- Sou jovem e ainda quero ter filhos. O que poderá ser feito nesse sentido?
- Os tratamentos de quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia podem afetar a fertilidade?
- Quanto tempo após o término do tratamento poderei engravidar?
- Aqui existe um departamento de apoio psicossocial?
- Quanto tempo após a cirurgia eu estou liberada para a fisioterapia?
- Você recomenda alguma leitura específica que me ajude a enfrentar todo o tratamento?
- Existe alguma legislação própria para pacientes portadores de câncer?
- Quais são os direitos que um paciente portador de câncer possui?
- Tratamentos do Câncer de Mama
Os tratamentos podem ser classificados em:
Terapia Local
A terapia local visa tratar um tumor no local, sem afetar o resto do corpo. A cirurgia e a radioterapia são exemplos de tratamentos locais.
Terapia Sistêmica
A terapia sistêmica refere-se a drogas que podem ser administradas por via oral, ou diretamente na corrente sanguínea para atingir as células cancerosas em qualquer parte do corpo. A quimioterapia, a terapia hormonal e a terapia-alvo são exemplos de terapias sistêmicas.
Terapia Adjuvante e Terapia Neoadjuvante
Os pacientes com doença detectável após a cirurgia são, muitas vezes, submetidos a algum tipo de tratamento (quimioterapia, hormonioterapia ou terapia-alvo) adicional para impedir uma recidiva, estes tratamentos são denominados terapia adjuvante. O objetivo da terapia adjuvante é destruir essas células remanescentes.
Alguns pacientes podem precisar de algum tipo de tratamento, como quimioterapia ou terapia hormonal, antes da cirurgia, com o objetivo de reduzir o tumor, e permitir uma cirurgia menos invasiva, o que é denominado terapia neoadjuvante.
O que é Câncer de Mama Avançado
O câncer de mama começa quando células cancerígenas da mama crescem e se multiplicam sem parar, formando um tumor. O câncer de mama geralmente se inicia nos ductos ou lobos da mama.
O câncer de mama é classificado em cinco estágios principais (0 a 4). Esses estágios são baseados no tamanho do tumor, comprometimento dos gânglios linfáticos e se a doença se espalhou para outros órgãos. Nos estágios iniciais do câncer de mama, os pacientes podem ser tratados com cirurgia, radioterapia ou terapia adjuvante e são curados na grande maioria das vezes. Por definição, a terapia adjuvante é qualquer tratamento que se segue a um tratamento primário. Por exemplo, a quimioterapia utilizada para destruir as células cancerígenas remanescentes da cirurgia e/ou radioterapia é considerada um tratamento adjuvante.
O estadiamento do câncer (a descrição da extensão da doença) segue internacionalmente o sistema de estadiamento da AJCC (American Joint Committee on Cancer). Neste sistema, além do estádio IV (que é o que se chama de câncer metastático ou avançado), existe também um grupo de estádios denominados de câncer LOCALMENTE avançado:
Estágio IIIA - Pode ser definido de duas maneiras diferentes. A primeira é se o tamanho do tumor não é grande, contudo, o câncer se espalhou para muitos linfonodos axilares ou linfonodos próximos ao esterno. A segunda é se o tumor é grande, contudo, há pouca disseminação linfonodal.
Estágio IIIB - Descreve o câncer de mama avançado, cujo tumor se espalhou para a parede torácica ou para a pele da mama e pode (ou não) ter-se espalhado para os linfonodos.
Estágio IIIC - Descreve o câncer que se espalhou para os linfonodos abaixo ou acima da clavícula, para muitos linfonodos axilares ou para os linfonodos próximos ao esterno. O tumor pode ser de qualquer tamanho.
De acordo com o AJCC, câncer metastático é o estádio IV
Estágio IV - É o câncer de mama metastático. Neste estágio, o tumor se espalhou para outros órgãos, tais como fígado, pulmões, ossos, cérebro e outros locais.
Dados esses vários termos é importante discutir com o médico especificamente o estágio da doença e suas características. O conhecimento sobre o estadiamento e a localização de eventuais metástases podem ajudar a determinar o tratamento.
O câncer de mama avançado é geralmente tratado com terapia sistêmica, ou seja, com medicamentos que através da corrente sanguínea atingem as células de todo o corpo. A terapêutica sistêmica inclui o tratamento hormonal, a quimioterapia e a terapia alvo.
Embora o câncer de mama metastático tenha se espalhado para outras partes do corpo, ele ainda é considerado e tratado como câncer de mama. Ou seja, o câncer de mama que se espalhou para os ossos ainda é câncer de mama e não um tumor ósseo, devendo ser tratado com medicamentos contra o câncer de mama.
Fonte:
Instituto Oncoguia
Disponivel em: http://www.oncoguia.org.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário