segunda-feira, 2 de maio de 2016

Sobre o Câncer de Testículo

Principais Dados Estatísticos sobre Câncer de Testículo

Anualmente são diagnosticados cerca de 8.430 novos casos de câncer de testículo nos Estados Unidos.

Nas últimas décadas, a taxa de incidência de câncer de testículo tem aumentado nos Estados Unidos e em muitos outros países. Esse aumento ocorre principalmente em seminomas. Os pesquisadores desconhecem as razões para esta elevação. Entretanto, essa taxa de aumento começa a diminuir lentamente.

O câncer de testículo é raro, cerca de 1 em cada 263 homens desenvolverão câncer de testículo em algum momento da vida.

A média de idade no momento do diagnóstico do câncer de testículo é de 33anos. É uma doença que acomete principalmente os jovens e os homens de meia-idade, mas cerca de 7% dos casos ocorre em crianças e adolescentes, e cerca de 7% ocorre em homens com idade superior 55 anos.

Como o câncer de testículo geralmente é tratado com sucesso, o risco de morte por esse tipo de câncer é de cerca de 1 em 5.000 homens.

Os Testículos

Os testículos, também chamados de gônadas masculinas são parte do sistema reprodutivo do homem. Estão localizados no sacro escrotal, atrás do pênis e fora da cavidade abdominal.



Os testículos têm 2 funções principais:


Produzir os hormônios masculinos (andrógenos), como a testosterona.
Produzir o esperma, células masculinas necessárias para fertilizar um óvulo feminino para iniciar uma gravidez.

O conduto deferente transporta as células espermáticas (espermatozoides) desde os testículos até as vesículas seminais onde se misturam com o líquido produzido pela glândula prostática. Durante a ejaculação, os espermatozoides, o líquido da vesícula seminal e o líquido prostático entram na uretra (conduto na parte central do pênis) através do qual saem do corpo o sêmen e a urina.

A testosterona é o hormônio sexual masculino necessário para a formação do aparelho reprodutor. Sem testosterona, o homem perde a sua capacidade sexual.

Os testículos são constituídos por vários tipos de células, e cada uma pode se desenvolver em um ou mais tipos de câncer. É importante distinguir estes tipos de cânceres, pois eles diferem da forma de como serão tratados assim como no seu prognóstico.

Câncer de Testículo

O câncer de testículo pode se desenvolver em um ou ambos os testículos de homens jovens. É um tipo de câncer altamente tratável e geralmente curável.
Os principais tipos de câncer de testículo são:

Tumores de Células Germinativas

Mais de 90% dos cânceres de testículo se desenvolvem nas células germinativas, que produzem o esperma. Existem dois tipos principais de tumores de células germinativas: seminomas e não seminomas, que ocorrem em proporções similares, mas são muito diferentes quando vistos sob um microscópio.

Alguns tipos de câncer contem tanto células do tipo seminomas assim como não seminomas, mas, são tratados como não seminomas porque crescem e se disseminam como tais.

Seminomas

Os seminomas se desenvolvem a partir das células germinativas do testículo produtoras de espermatozoides. Os dois principais subtipos destes tumores são:
  • Seminoma Clássico - Representam mais de 95% dos casos. Estes geralmente ocorrem em homens entre 25 - 45 anos.


  • Seminoma Espermatocítico - É um tipo raro de seminoma que tende a ocorrer em homens mais velhos. A idade média dos homens diagnosticados com seminoma espermatocítico é 65 anos. Estes tendem a crescer mais lentamente e são menos propensos a se disseminar do que os seminomas clássicos.
Alguns seminomas podem aumentar os níveis sanguíneos da proteína gonadotropina coriônica humana (GCH). A GCH pode ser detectada pelo exame de sangue e é considerado um marcador tumoral para certos tipos de câncer de testículos. Esse marcador pode ser usado para o diagnóstico e verificação da resposta do tumor ao tratamento.

Não Seminomas

Este tipo de tumor de células germinativas ocorre geralmente entre a adolescência e os 30 anos. Existem 4 tipos principais de tumores não seminomas. A maioria dos tumores são mistos com pelo menos dois tipos diferentes, mas isto não altera o tratamento. Todos os tumores de células germinativas não seminomas são tratados da mesma maneira:
  • Carcinoma Embrionário - Este tipo de não seminoma está presente em algum grau em cerca de 40% dos tumores testiculares, mas os carcinomas embrionários puros ocorrem apenas em 3% a 4% dos casos. Este tipo de não seminoma tende a crescer rapidamente e se disseminar. O carcinoma embrionário pode aumentar os níveis sanguíneos dos marcadores alfa-fetoproteína (AFP) e GCH.


  • Carcinoma de Saco Vitelino - Suas células se parecem com o saco vitelino do embrião humano em suas primeiras fases de formação. Este tipo de câncer também é conhecido por outros nomes, por exemplo, tumor do saco vitelino, tumor dos seios endodérmicos, carcinoma embrionário infantil ou orquidoblastoma. É a forma mais comum de câncer de testículo em crianças. Quando ocorrem em crianças geralmente são tratados com sucesso. Em adultos são mais preocupantes, especialmente se forem puros, isto é, o tumor não contém outros tipos de células não seminomas. Este tipo de carcinoma responde muito bem à quimioterapia, mesmo quando existe metástase.


  • Coriocarcinoma - É um tipo muito agressivo e raro, que ocorre em adultos. Esses cânceres tendem a se disseminar rapidamente para outros órgãos, como pulmões, ossos e cérebro. O coriocarcinoma puro geralmente não se apresenta nos testículos, mais frequentemente aparecem células do coriocarcinoma com outros tipos de células não seminomas em um tumor de células germinativas mistas. Este tipo de tumor aumenta os níveis sanguíneos de GCH.


  • Teratoma - São tumores de células germinativas com áreas que, quando vistas ao microscópio, se assemelham às camadas de um embrião em desenvolvimento (endodermo, mesodermo e ectodermo). Os 3 tipos principais desses tumores são:
Teratomas Maduros - Formados por células semelhantes às células de tecidos adultos. Eles são geralmente benignos, raramente se disseminam, e podem ser curados cirurgicamente.

Teratomas Imaturos - São cânceres menos desenvolvidos, cujas células se parecem com as de um embrião nas primeiras fases de formação. Ao contrário dos teratomas maduros, este tipo tem maior probabilidade de invadir os tecidos adjacentes e de se disseminar.

Teratoma com Transformação Maligna - É um tipo de câncer muito raro. Esses cânceres têm algumas áreas que se parecem com teratomas maduros, mas tem outras onde as células se tornaram em um tipo de câncer que se desenvolve fora do testículo, em tecidos como músculos, glândulas pulmonares e do intestino ou cérebro.

Carcinoma In Situ

Os cânceres testiculares de células germinativas podem começar como uma forma não invasiva da doença denominada carcinoma in situ (CIS) ou neoplasia intratubular de células germinativas. O carcinoma in situ nem sempre evolui para invasivo. Os pesquisadores estimam que possa levar cerca de 5 anos para evoluir à forma invasiva do câncer.

O carcinoma in situ é difícil de diagnosticar antes que se torne invasivo, pois geralmente não causam sintomas e, muitas vezes não formam uma massa que possa ser sentida. A única maneira de diagnosticar o carcinoma testicular in situ é por biópsia. Alguns casos são encontrados acidentalmente em homens que fizeram biópsia por algum outro motivo, como a infertilidade.

Tumores Estromais

Os tumores do estroma gonadal se desenvolvem nos tecidos que produzem hormônios e nos tecidos de suporte dos testículos. Eles constituem menos de 5% dos tumores testiculares, mas até 20% dos tumores testiculares da infância. Os 2 tipos principais são:
  • Tumores de Células de Leydig - Estes tumores geralmente benignos se desenvolvem a partir das células de Leydig no testículo, que normalmente produzem os hormônios sexuais masculinos (andrógenos, como a testosterona). Os tumores de células de Leydig podem se desenvolver tanto em adultos (75% dos casos) como em crianças (25% dos casos). A maioria dos tumores de células de Leydig não se dissemina e são curados cirurgicamente. Mas às vezes esses tumores se disseminam para outros órgãos.
  • Tumores de Células de Sertoli - Estes tumores se desenvolvem a partir das células normais de Sertoli, que suportam e nutrem às células germinativas produtoras de espermatozoides. Assim como os tumores de células de Leydig, eles são geralmente benignos. Mas se eles se disseminam, geralmente não respondem à quimioterapia e radioterapia.

Câncer de Testículo Secundário

Os cânceres que começam em outro órgão e se disseminam para o testículo são denominados câncer de testículo secundário. Eles são nomeados e tratados com base no local de origem.
O linfoma é o câncer de testículo secundário mais comum e ocorre com mais frequência do que os tumores de testículo primários em homens com mais de 50 anos. O prognóstico depende do tipo e estágio do linfoma. O tratamento usual é a remoção cirúrgica, seguido por radioterapia e/ou quimioterapia.

Em jovens com leucemia aguda, as células leucêmicas podem, às vezes, formar um tumor no testículo. O tratamento da leucemia com quimioterapia pode precisar ainda da administração de radioterapia ou de cirurgia para remover o testículo.

Os cânceres de próstata, pulmão, pele (melanoma), rim e de outros órgãos também podem se disseminar para os testículos. O prognóstico para esses tipos de câncer tende a não ser bom, porque estes tipos de câncer geralmente se disseminam também para outros órgãos. O tratamento depende do tipo de câncer.

Prevenção do Câncer de Testículo

Prevenção de doenças é o diferimento ou eliminação das condições específicas de uma doença através de intervenções de eficácia comprovada.

A prevenção do câncer de testículo é a ação tomada para reduzir a chance de contrair a doença. Portanto, prevenir o câncer de testículo significa evitar os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver a enfermidade.

Parte da carga de prevenção do câncer de testículo encontra-se com o indivíduo, que deve adotar comportamentos que minimizem o risco e ocorrência da doença, e maximizem os estados de saúde.

Causas do Câncer de Testículo

A causa exata da maioria dos cânceres de testículo é desconhecida. Mas, os pesquisadores descobriram que a doença está relacionada a uma série de condições descritas na seção Fatores de Risco para Câncer de Testículo.

Nos últimos anos, os pesquisadores fizeram grandes progressos na compreensão de como determinadas alterações no DNA podem tornar as células normais em células cancerígenas. O DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todas as células. As células humanas normais crescem e agem baseadas nas informações contida nos cromossomos de cada célula.
O DNA humano contém 23 pares de cromossomos, mas cada célula de esperma ou óvulo tem apenas 23 cromossomos. Quando o esperma e o óvulo se combinam, o embrião resultante tem um número normal de cromossomos em cada célula, metade dos quais são de cada pai. Nós normalmente nos parecemos com nossos pais, porque eles são a fonte do nosso DNA. No entanto, o DNA nos afeta muito mais do que isso.

Alguns genes contêm instruções para controlar o crescimento e divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células à morte no momento certo são chamadas de genes supressores de tumor.

A maioria das células do câncer de testículo têm cópias extras de uma parte do cromossomo 12. Alguns tipos de câncer de testículo têm alterações em outros cromossomos ou até mesmo números anormais de cromossomas. Os pesquisadores estão estudando estas alterações cromossômicas e esse DNA para saber quais genes são afetados e como isso pode levar ao câncer de testículo.

Fatores de Risco para Câncer de Testículo

Um fator de risco é algo que afeta sua chance de adquirir uma doença como o câncer. Diferentes tipos de câncer apresentam diferentes fatores de risco. Alguns fatores como fumar, podem ser controlados, enquanto, outros, como histórico pessoal, idade ou histórico familiar, não podem ser alterados.

Ter um fator de risco ou mesmo vários, não significa que você vai ter uma doença como o câncer. Muitas pessoas que contraem a doença podem não estar sujeitas a nenhum fator de risco conhecido. Se uma pessoa com câncer de testículo tem algum fator de risco, muitas vezes é muito difícil saber o quanto esse fator pode ter contribuído para o desenvolvimento da doença.

Vários fatores de risco pode tornar uma pessoa mais propensa a desenvolver câncer de testículo:


Criptorquidia
- Um dos principais fatores de risco para o câncer de testículo é a criptorquidia, uma condição médica na qual não houve a descida correta do testículo da cavidade abdominal (onde se desenvolve na vida intrauterina) para o escroto. O testículo que não desce até o primeiro ano de idade deve ser avaliado com cuidado, e se recomenda uma cirurgia para reduzir a probabilidade de uma lesão permanente. 
Os testículos que não descem de forma natural ao escroto são considerados anormais para o resto da vida do paciente e têm maior probabilidade de desenvolver câncer ainda que sejam colocados no escroto de forma cirúrgica. 
Isto permite maximizar a produção de esperma e a fertilidade bem como a realização de um exame preciso para detectar a formação de um câncer precocemente. Os homens com criptorquidia, ainda que corrigida, têm maiores chances de ter câncer de testículo. 

O risco de câncer de testículo pode ser um pouco maior para os homens cujos testículos ficaram no abdome ao invés de um deles tenha descido pelo menos parcialmente. A maioria dos cânceres se desenvolve no testículo retido, mas aproximadamente 25% dos casos normalmente ocorre no testículo que desceu. 
Com base nestas observações, alguns médicos concluem que a criptorquidia não causa o câncer de testículo, mas que existe algo mais que leva ao câncer de testículo e o posicionamento anormal de um ou ambos os testículos. 

Orquiopexia feita quando uma criança se encontra nos seus primeiros anos pode ser mais propensa a reduzir o risco de câncer de testículo do que a cirurgia realizada quando a criança é mais velha.

Histórico Familiar - Ter um histórico familiar de câncer de testículo aumenta o risco. A maioria dos homens com a doença não têm histórico familiar.

Infecção pelo HIV
- Algumas evidências mostram que os homens infetados com o vírus da imunodeficiência humana, especialmente os com AIDS, têm um risco maior.

Carcinoma in Situ
- Esta condição não produz uma massa nem causa quaisquer sintomas. Em alguns casos, o carcinoma in situ é diagnosticado numa biópsia testicular para avaliar a causa da infertilidade ou na remoção de um testículo por causa de criptorquidia.

Câncer no outro Testículo - O histórico pessoal de câncer de testículo é outro fator de risco. Cerca de 3% a 4% dos homens que foram curados de câncer em um testículo acabará desenvolvendo câncer no outro testículo.

Idade - Cerca de metade dos cânceres de testículo ocorre em homens com idades entre 20 e 34 anos. Mas esse tipo de câncer pode afetar homens de qualquer idade, incluindo crianças e idosos.

Raça e Etnia - O risco de câncer de testículo entre homens brancos é cerca de 4 a 5 vezes maior do que em homens negros e asiáticos. O risco para os indianos cai entre os asiáticos e brancos. A razão para isso é desconhecida. Em todo o mundo, o risco de desenvolver a doença é maior entre os homens que vivem nos Estados Unidos e Europa e menor entre os homens que vivem na África ou na Ásia.

Estatura - Alguns estudos detectaram que o risco de câncer de testículo é um pouco maior nos homens mais altos.

Fatores de Risco não Comprovados ou Controversos

Traumas anteriores nos testículos e ações recorrentes, como cavalgadas, não parecem estar relacionados com o desenvolvimento do câncer de testículo.

A maioria dos estudos não detectou que a atividade física extenuante aumentasse o risco de câncer de testículo. Ser fisicamente ativo tem sido associado com um risco menor de diversas outras formas de câncer, bem como um menor risco de muitos outros problemas de saúde.

Como Prevenir o Câncer de Testículo

Muitos homens com câncer de testículo não têm fatores de risco conhecidos. E alguns fatores de risco conhecidos, como testículos que não desceram, raça branca e histórico familiar, são inevitáveis. Por estas razões, não é possível prevenir a maioria dos casos desta doença.

É prudente corrigir a criptorquidia (descenso incompleto do testículo) em crianças do sexo masculino, mas especialistas discordam se isso muda o risco da criança ter câncer de testículo. Parece que corrigir a criptorquidia quando criança é melhor do que esperar até a puberdade, por razões como a fertilidade e a imagem corporal. Além disso, o homem que sabe que tem um fator de risco, como o criptorquidismo pode ser motivado a ser mais vigilante e praticar o autoexame dos testículos regularmente, para permitir um diagnóstico mais precoce.



Vivendo com o Câncer de Testículo

Para alguns homens com câncer de testículo, o tratamento pode remover ou destruir o câncer, mas chegar ao fim do tratamento pode ser estressante. Ao mesmo tempo em que o homem se sente aliviado com o término do tratamento, fica a preocupação de uma recidiva ou metástase. Este é um sentimento muito comum para a maioria dos homens que tiveram câncer de testículo.

Pode demorar algum tempo até diminuir as incertezas e medos. Mas ajuda saber que muitos pacientes com câncer de testículo, hoje já aprenderam a lidar com esta incerteza e estão vivendo uma vida plena.

Em outros pacientes, o câncer pode não desaparecer completamente. Esses pacientes continuarão realizando tratamentos regulares com quimioterapia, radioterapia ou outras terapias para tentar manter a doença sob controle.

Cuidados do Acompanhamento


Quando o tratamento termina, os médicos irão acompanhá-lo de perto por alguns anos. Por isso é muito importante comparecer a todas as consultas de acompanhamento. Nestas consultas o médico sempre o examinará, conversará com você sobre qualquer sintoma que tenha apresentado, poderá pedir alguns exames de laboratório ou de imagens para acompanhamento e reestadiamento da doença.

Consultando Outro Médico

Eventualmente em algum momento após o diagnóstico e tratamento do câncer de testículo, você pode consultar outro médico, que desconheça totalmente seu histórico clínico. É importante que você seja capaz de informar ao novo médico os detalhes do diagnóstico e do tratamento. Verifique se você tem a seu alcance, informações como:


Cópia do laudo de patologia e de qualquer biópsia ou cirurgia.
Cópia do relatório de alta hospitalar.
Cópia do relatório do tratamento radioterápico.
Cópia do relatório quimioterápico ou de terapia alvo, incluindo medicamentos utilizados, doses, e tempo do tratamento.
Exames de imagem.

O médico pode querer manter cópias dessas informações, não se esqueça de sempre manter cópias de tudo com você!

Como o Câncer de Testículo pode afetar a Saúde Emocional

O tratamento do câncer de testículo é, na maioria das vezes, extremamente estressante. O paciente passa por tanta coisa, que cada etapa concluída é uma nova conquista. Com o término do tratamento o paciente percebe a doença como um todo e alguns medos ou incertezas podem tomar conta dele.

O paciente pode muitas vezes se pegar pensando na morte, ou no impacto da doença em sua família, amigos e vida profissional. O paciente acaba revendo seus relacionamentos e fatos aparentemente sem importância começam a ter valor.

Uma das coisas que ajuda muito o paciente com câncer de testículo a enfrentar a doença é o apoio e a força que ele recebe. Independente de como, o importante é que você encontre em algo ou alguém essa ajuda, seja nos familiares, nos amigos, em ex-pacientes, em sites sobre a doença, ou até em sua própria fé.

Você não precisa passar por tudo isso sozinho, seus familiares e amigos podem e querem ajudar você. Não se feche na doença, esteja disposto a ouvir o que os outros têm a lhe dizer.






Fonte e referencias: Instituto Oncologia

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