(imagem retirada do uol portal do coração)
Doenças cardiovasculares são condições que predispõem uma pessoa a maior risco de desenvolver doenças do coração e dos vasos. Existem diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares, os quais podem ser divididos em imutáveis e mutáveis.
Os fatores imutáveis são aqueles que não podemos mudar e por isso não podemos tratar: idade, hereditariedade, sexo. Os fatores mutáveis são fatores nos quais podemos influir, mudando,prevenindo ou tratando: fumo, colesterol, pressão arterial, sedentarismo, obesidade, diabetes e outros.
No Brasil, dados do ministério da saúde indicam que
aproximadamente 33% das mortes são causadas por doenças cardiovasculares e,
esses números tornam-se ainda maiores se consideramos a população idosa, no
qual aproximadamente 40% dos óbitos tem como causa a cardiopatia isquêmica.
(MENDONÇA, ITO, BARTHOLOMEU, TINUCCI, FORJAZ, 2004)
Segundo MONTEIRO e FILHO, 2004, a hipertensão arterial sistêmica representa um das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15% a 20% da população adulta possuindo também considerável prevalência em crianças e adolescentes.
Ainda segundo ZASLAVSKY, GUS, ISEU, 2002, afirma que a alimentação e a atividade física são dois fatores principais no estilo de vida. Fazem um papel na prevenção e no manuseio das debilitações que afetam a população idosa.
Monteiro e Filho (2004) referem que o sedentarismo constitui importante fator de risco, já estando bem estabelecida a ocorrência de maior taxa de eventos cardiovasculares e maior taxa de mortalidade em indivíduos com baixo nível de condicionamento físico. Estima-se que a prevalência do sedentarismo seja de ate 56% nas mulheres e 37% nos homens, na população urbana Brasileira.
Outros fatores incluem os riscos hereditários, nos quais os filhos de pessoas com doenças cardiovasculares tem uma maior propensão para desenvolverem doenças desse grupo. Quanto ao tabagismo sabe-se que o risco de um ataque cardíaco num fumante é duas vezes maior do que num não fumante. Colesterol elevado tem alto risco de doença do coração aumentam na medida que os níveis de colesterol estão mais elevados no sangue. Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e fumo esse risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta. Também a obesidade como fator de risco, tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca. O Diabetes melitos é um sério fator de risco para doença cardiovascular. Dois terços das pessoas com diabete morrem das complicações cardíacas ou cerebrais provocadas. Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e ameaçadores.(CEOLIN, Sabrina U. Bugs ; MARISCO, Nara, 2011)
No Brasil, em estudo realizado com idosos entre 65 a 95 anos, foi observado uma prevalência geral de fatores de risco de 93%, sendo os principais: sedentarismo, sobretudo em mulheres e com a característica de aumento com a idade, 74%; hipertensão arterial sistêmica, 53%; dislipidemias, 33%; obesidade, 30%; diabetes mellitus, 13%; tabagismo, 6%; prevalência de três ou mais fatores de risco, mais freqüente na mulher do que no homem.( ZASLAVSKY, GUS, ISEU,2002)
Segundo MONTEIRO e FILHO, 2004, a hipertensão arterial sistêmica representa um das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15% a 20% da população adulta possuindo também considerável prevalência em crianças e adolescentes.
Ainda segundo ZASLAVSKY, GUS, ISEU, 2002, afirma que a alimentação e a atividade física são dois fatores principais no estilo de vida. Fazem um papel na prevenção e no manuseio das debilitações que afetam a população idosa.
Monteiro e Filho (2004) referem que o sedentarismo constitui importante fator de risco, já estando bem estabelecida a ocorrência de maior taxa de eventos cardiovasculares e maior taxa de mortalidade em indivíduos com baixo nível de condicionamento físico. Estima-se que a prevalência do sedentarismo seja de ate 56% nas mulheres e 37% nos homens, na população urbana Brasileira.
Outros fatores incluem os riscos hereditários, nos quais os filhos de pessoas com doenças cardiovasculares tem uma maior propensão para desenvolverem doenças desse grupo. Quanto ao tabagismo sabe-se que o risco de um ataque cardíaco num fumante é duas vezes maior do que num não fumante. Colesterol elevado tem alto risco de doença do coração aumentam na medida que os níveis de colesterol estão mais elevados no sangue. Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e fumo esse risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta. Também a obesidade como fator de risco, tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca. O Diabetes melitos é um sério fator de risco para doença cardiovascular. Dois terços das pessoas com diabete morrem das complicações cardíacas ou cerebrais provocadas. Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e ameaçadores.(CEOLIN, Sabrina U. Bugs ; MARISCO, Nara, 2011)
No Brasil, em estudo realizado com idosos entre 65 a 95 anos, foi observado uma prevalência geral de fatores de risco de 93%, sendo os principais: sedentarismo, sobretudo em mulheres e com a característica de aumento com a idade, 74%; hipertensão arterial sistêmica, 53%; dislipidemias, 33%; obesidade, 30%; diabetes mellitus, 13%; tabagismo, 6%; prevalência de três ou mais fatores de risco, mais freqüente na mulher do que no homem.( ZASLAVSKY, GUS, ISEU,2002)
Referencia bibliográfica:
FATORES DE RISCOS PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM
IDOSOS
CEOLIN, Sabrina U. Bugs ; MARISCO, Nara, 2011.

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