quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

As 10 dúvidas mais comuns sobre sexo








(Este e um Artigo que está disponível no MSN - link  abaixo no fim do artigo.)




Em pleno século XXI, o sexo ainda é encarado por muitos como uma prática moralmente reprovável para ser discutida abertamente. Apesar de haver um volume enorme de informações a respeito do assunto, amplamente divulgadas pela mídia e por profissionais da área de saúde, ainda é possível notar que o tema gera desconforto, incomoda ou, no mínimo, desconcerta - principalmente quando os seus aspectos negativos, que podem complicar a relação sexual, são levantados.
Segundo a terapeuta Roberta Struzani, especialista em sexualidade feminina, a partir do momento em que a mulher percebe e se apropria do valor terapêutico do sexo, ela pode enxergá-lo como algo que a liberta de máscaras e repressões sociais, e que deve proporcionar prazer a si mesma. E para a relação sexual ser uma verdadeira terapia, o ideal é que as dúvidas sobre o assunto sejam mínimas e que a mulher procure tratamento especializado, quando necessário.
Abaixo, a terapeuta Roberta Struzani selecionou e esclareceu as 10 dúvidas sobre sexo que mais afligem as mulheres, e que - acredite! - muitas já tiveram a coragem de perguntar.

1 - Por que sinto dor ao fazer sexo?

Em alguns casos, não tem jeito: a mulher se prepara, diverte-se com as preliminares e quando chega no "finalmente" desiste por causa da dor. Quando a causa é física, é possível recorrer a tratamento. Mas o que fazer quando nada parece estar fora do normal? Roberta Struzani afirma que a causa pode ser psicológica.

"A dor durante o sexo, também chamada de dispareunia, pode ser de origem orgânica, emocional, ou ambas. Quando a dor é física, localiza-se principalmente nas paredes do canal vaginal. Mulheres que têm candidíase com frequência, por exemplo, possuem a musculatura desta região mais sensível, já que nela existem microlesões. Daí a sensação de dor quando ocorre a penetração. Por outro lado, a dor no ato sexual sem que haja qualquer problema físico certamente tem fundo emocional. Neste caso, bloqueios psicológicos fazem com que a vagina se contraia no momento do sexo, de forma que a penetração provoca muita dor. Se a mulher que passa por isso consegue se masturbar sem nenhum incômodo físico, por meio de estímulos tanto clitorianos quanto vaginais, é mais uma prova de que a dor no sexo tem origem psicológica, já que a maioria das doenças sexuais atinge também o clitóris e prejudica a masturbação de um modo geral", esclarece a especialista.
Sandra - que preferiu não divulgar seu sobrenome - passou por este problema mais de uma vez com o parceiro. Ela, que vive em Salvador, conta que foi a uma consulta com um profissional, mas as dores continuaram. "Eu sentia dor na penetração, geralmente quando o parceiro ficava por cima. Meu ginecologista disse que esse incômodo poderia ser sintoma de uma inflamação no útero. Não é sempre que sinto desconforto, porém, recentemente voltei a sentir. Como tenho vivido momentos de estresse, com problemas emocionais, creio que isso talvez esteja relacionado à dor", reforça.

2 - Por que choro durante o ato sexual ou ao atingir o orgasmo?

Há relatos de mulheres que não conseguem controlar o choro enquanto se relacionam sexualmente ou no momento em que chegam ao orgasmo. Isso pode ser desconfortável para o casal, já que o choro geralmente desfaz o clima sensual e interrompe a relação, mas pode ser ao mesmo tempo um sinal de que há total entrega. Para Roberta Struzani, a causa do choro são os hormônios.
"Durante a relação ou quando a mulher atinge o orgasmo, ocorre uma descarga adrenérgica no organismo, que é a liberação de muitos hormônios diante de uma forte excitação. Às vezes a mulher está magoada, guardando uma insatisfação ou até mesmo emocionada pelo momento, já que, no sexo, a liberação de hormônios mexe muito com o emocional. Então, no momento do orgasmo, a mulher sente que não poderá mais segurar essas mágoas, por isso as expõe. Quando estamos entregues, o sexo é terapêutico e acaba trazendo esses momentos de catarse, em que colocamos para fora o que estamos guardando", explica a terapeuta.

3 - Por que não consigo ter um orgasmo?

A dificuldade da mulher em atingir o orgasmo, segundo Roberta Struzani, é causada por fatores tanto físicos quanto psicológicos. O que começa como uma disfunção sexual pode causar tensão na pessoa parceira, deixando-a impaciente, por exemplo, terminando em estresse e preocupação e prejudicando todo o momento. "A saúde da mente e do corpo influencia bastante na dificuldade em ter orgasmo. Pode ocorrer de o homem ter orgasmo muito antes ou depois da mulher, e isso interfere na satisfação de ambos. É fundamental que o casal saiba controlar seus orgasmos, através da concentração e do autocontrole, e também que a mulher peça ajuda a um fisioterapeuta ginecológico, que irá tratar do problema através da sensibilização da vagina e do clitóris. Algumas práticas alternativas incluem masturbação ou o uso de um vibrador clitoriano durante o sexo. Este pode ser usado só de vez em quando, pois pode deixar o homem incomodado", aconselha a terapeuta.
Já a anorgasmia é uma disfunção mais grave, que é quando a mulher não atinge um orgasmo sequer na vida, e é também um dos problemas mais comuns entre mulheres de todas as idades, de acordo com Roberta Struzani. "Como o orgasmo é algo natural e precisa ocorrer para que o ciclo do ato sexual se complete, a anorgasmia acaba sendo uma disfunção. Entre as causas estão a falta de consciência da mulher em relação ao canal vaginal, já que é uma área interna e geralmente pouco explorada, e os próprios bloqueios psicológicos da pessoa, que podem fazê-la quase atingir o clímax, mas nunca conseguir de fato, ou podem acabar com qualquer vontade de sentir prazer sexual", esclarece Roberta.

4 - Por que a minha libido diminuiu?

A libido baixa é outro problema que atinge tanto mulheres quanto homens e, como uma de suas principais causa é o estresse, pode afetar também jovens que já tenham uma rotina mais intensa, de estudos e trabalho. "A libido baixa pode ser o maior destruidor de casamentos hoje em dia. Há causas vivenciais para a falta de apetite sexual - como as brigas e a falta de admiração ou amor - além das comportamentais e orgânicas - como a falta de exercícios de contração da musculatura vaginal. Quando a mulher está amamentando e produzindo leite, a prolactina, uma substância liberada no organismo, inibe a ação da dopamina, que está associada ao aumento da libido", informa Roberta Struzani.

5 - Praticar Pompoarismo pode me ajudar a ter mais prazer?

Talvez não seja uma solução definitiva, mas o Pompoarismo pode ajudar na cura de diversas disfunções sexuais. Roberta Struzani, que é especialista na técnica, diz que exercícios regulares de Pompoarismo podem acabar com a incontinência urinária e fecal, a anorgasmia e até com a incidência de doenças como a candidíase.
"O Pompoarismo é uma técnica milenar que trabalha com a musculatura vaginal para evitar a fraqueza dessa região, que pode levar a doenças ginecológicas. No entanto, hoje é famosa por dar mais sensibilidade e prazer ao ato sexual, tanto para a mulher quanto para o homem. Esse método é diferente da masturbação feminina, embora algumas mulheres relatem sentir prazer ao praticarem com instrumentos. O que ocorre é que o treino sensibiliza a região vaginal, propiciando o prazer feminino. Para praticar, a mulher deve contrair a musculatura vaginal (também chamada de MAP ou musculatura do assoalho pélvico), fazendo a mesma contração de segurar o xixi, durante 10 segundos. O relaxamento da MAP também é importante, pois a contração constante pode causar tensão muscular e gerar dor durante o sexo. Então, após contrair por 10 segundos, a mulher pode relaxar por mais 10, repetindo o processo 10 vezes. Esse treino pode ser feito toda noite, durante uma semana, sempre aumentando gradativamente os tempos de contração e relaxamento e a quantidade de repetições", orienta Roberta.
Segundo ela, com apenas uma semana de exercícios é possível perceber as diferenças. Além de facilitar o orgasmo, dar mais sensibilidade vaginal à mulher e diminuir o risco de infecção urinária, o Pompoarismo melhora o aspecto da vagina e aumenta a liberação de estrogênio no organismo, o que ameniza os sintomas da menopausa. De acordo com Roberta Struzani, a mulher pompoarista consegue até "massagear" o pênis do homem, através de contrações vaginais, podendo acelerar ou retardar o orgasmo masculino.
A leitora Aline, de Poços de Caldas, praticou o Pompoarismo com o parceiro e surpreendeu tanto a ele quanto a si mesma com o resultado. "Eu fiz apenas alguns dos exercícios, pela primeira vez, e resolvi colocar em prática. E adivinhe? Foi um dos melhores sexos da minha vida! Consegui fazer movimentos internos que proporcionavam a sensação de sucção do pênis, o que resultou em um prazer incrível para nós dois", lembra Aline.

6 - O que faço para apimentar a relação?

Normalmente, o sexo em uma relação que acabou de começar não é problema. Quando o casal está se conhecendo, não falta curiosidade e a cama acaba sendo o lugar em que o tempo é mais bem aproveitado. Só que isso passa e geralmente leva o desejo sexual embora, deixando o relacionamento monótono e transformando o sexo em obrigação. Por isso, Roberta sugere diferentes formas de resgatar esse desejo e não deixar o romance cair na rotina.
"Na região genital do homem, há pontos mais sensíveis, como a glande (cabeça do pênis) e o anel da glande (contorno). Há também dois acessos à área da próstata, que seria o "ponto G" masculino: o trígono genital, que é o espaço entre o testículo e o ânus, e o próprio ânus, pois só ele dá acesso perfeito à próstata. Como o toque externo nessas regiões já dá prazer ao homem, minha dica é estimular primeiro com sexo oral ou toque em alguma zona erógena, para fazê-lo relaxar. E, então, prosseguir com o estímulo do pênis junto ao ânus", detalha a especialista.
Já na mulher, Roberta aponta que as regiões mais sensíveis são o clitóris - tanto no ponto exato quanto ao redor - e o "ponto G", que é a extensão interna do clitóris. "Para alcançar esse ponto, é preciso introduzir o dedo no canal vaginal, mais ou menos até o meio, e fazer leves movimentos de vai-e-vem. Uma posição sexual que facilita o alcance é aquela que a mulher fica em cima e o homem, embaixo. Se houver um travesseiro abaixo do quadril do homem, melhor ainda. Essa posição estimula a terceira região feminina mais sensível: o colo do útero", explica Roberta Struzani.
Além disso, segundo a terapeuta, o homem e a mulher compartilham algumas zonas erógenas, regiões que dão prazer quando tocadas ou estimuladas com sopros ou a boca. "As zonas erógenas incluem virilha, parte interna das coxas, mamilos, axilas, nuca, pescoço e orelhas. O estímulo também pode ser feito com penas, lenços, gelo ou bebidas quentes, além de toques leves durante uma massagem sensual", sugere Roberta.
De todo modo, é importante dosar as dicas de acordo com a personalidade do outro. Roberta explica que enquanto alguns são muito românticos e delicados, outros podem ter uma personalidade mais "travada" na cama. O homem que é muito conservador, por exemplo, pode interpretar provocações deste tipo de forma indesejada, por isso é importante equilibrar.

7 - O que são os fetiches?

Fetiches são fantasias sexuais, em que a imaginação foge do sexo convencional para pensar em formas irreverentes e até improváveis de sentir prazer. Para alguns adeptos, às vezes não há limites. "Nós guardamos na nossa genética e memória celular todas as características primárias, instintivas, e o sexo é a expressão das vontades internas. Os fetiches mais convencionais incluem puxões de cabelo e tapinhas, enquanto os mais incomuns dependem da liberdade individual de cada um. Para experimentar, é preciso criar clima, contar as fantasias para a pessoa parceira, assistir filmes eróticos e investir em preliminares. Há, inclusive, uma questão acerca do fetiche que envolve o sexo anal na mulher: esse tipo de prática geralmente provoca dor, e como isso muitas vezes está associado ao prazer, por conta dos instintos, é possível que a mulher sinta um prazer psicológico ao praticar o sexo anal, simplesmente por ver o homem sentindo também", explica Roberta Struzani.

8 - Ejaculação feminina existe?

De acordo com Roberta Struzani, a ejaculação feminina existe, mas não da mesma forma que ocorre com o homem. "Qualquer mulher pode ejacular, só é mais fácil para umas e mais difícil para outras, isso depende da anatomia de cada uma. A ejaculação ocorre por conta da lubrificação que se acumula em uma espécie de bolsinha dentro da vagina, chamada de esponja uretral. Essa "esponja", de fato, suga o líquido da lubrificação e, quando a mulher atinge o clímax, a vagina se contrai involuntariamente e as paredes vaginais incham e pressionam essa esponja, fazendo com que ela estoure e libere o líquido. Por isso, é como se fosse uma ejaculação", esclarece a especialista.
Segundo Roberta, quanto maior é a força da Musculatura do Assoalho Pélvico (MAP) (aquela que é contraída quando "segura o xixi"), mais facilmente a mulher ejacula. Segundo ela, é por esse motivo que praticamente toda especialista em Pompoarismo tem ejaculação quando atinge o orgasmo. "A massagem perineal pode ajudar a melhorar a lubrificação da mulher e, consequentemente, o orgasmo", informa.

9 - Como se livrar de bloqueios sexuais?

Segundo Roberta Struzani, existe uma filosofia de vida chamada "Sagrado Feminino", que ajuda mulheres a se livrarem de bloqueios sexuais. Essa corrente é a representação mais importante do feminino. Não se trata de beleza física, mas da beleza de ser mulher e da valorização dessa realidade, tornando-a autêntica por meio de sua sexualidade.
"Ser mulher é uma arte, é divino. Durante a rotina, muitas estão sempre cobertas de roupas e maquiagens, além de adotar um jeito de falar, que, juntos, dizem para a sociedade apenas quem aparentam ser. Mas durante o sexo, não dá para se esconder - é nesse momento que a mulher precisa mostrar os próprios valores, a sensualidade, a expressão e outras características mais profundas da sua personalidade. Quando se esconde demais e tem muitos bloqueios, durante o sexo dificilmente se solta, porque esses problemas vêm à tona. Então ela não consegue se expressar ou assumir o controle da relação... E sofre por isso. Então, o Sagrado Feminino ajuda a mulher a se conectar com o seu íntimo para se livrar de mágoas passadas, traições, culpas e o que mais estiver causando esse entrave no sexo. À medida que esses problemas são superados pela mulher, ela acaba descobrindo seus potenciais e quem realmente é, melhorando, assim, a qualidade da relação sexual", garante a especialista.
Como, então, a mulher pode se livrar dessas mágoas? De acordo com Roberta, todas as experiências amorosas passadas da mulher ficam guardadas nas regiões do ventre e do canal vaginal, refletindo positiva ou negativamente em sua sexualidade, e podem ser expulsas através de uma vivência conhecida como "reconsagração do ventre". "A reconsagração é uma conversa que a mulher tem com seu próprio ventre: ela deve ir sozinha para um lugar aconchegante, com uma música envolvente, para se deitar e perguntar a si mesma sobre o que está retido ali e o que deve ser eliminado, mentalizando a expulsão dessas mágoas. Há várias outras formas de uma mulher liberar essas tensões também - basta apenas que ela saiba ouvir a si mesma", orienta a terapeuta.
Carla, de Vila Velha (ES), teve uma longa trajetória até a redescoberta da própria sexualidade. "Eu sempre senti muitas cólicas menstruais e busquei diversos tipos de ajuda. Hoje em dia, além de estar casada, formada em Psicologia e ser mãe de uma menina, estou em sintonia perfeita com minha própria sexualidade, graças a muitos estudos sobre o assunto, à espiritualidade, Meditação e técnicas de respiração. Consigo me sintonizar com meu ventre, o que me ajuda a entender, respeitar e valorizar mais a mim mesma", revela.

10 - Quais principais Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) existem e como identificá-las?

Algumas DSTs podem ser traiçoeiras, pois não apresentam sintomas de imediato. Isso significa que uma pessoa pode estar doente e não saber, a menos que faça um exame adequado. Nesses casos, basta que a imunidade caia um pouco para que os sinais apareçam e compliquem a vida do paciente. segundo Roberta Struzani, as DSTs são transmitidas via sexo oral, vaginal ou anal. Elas também podem ser passadas pelo contato com roupas, vasos sanitários e objetos contaminados, mas é raro. A especialista alerta que o perigo é que nem todas possuem sintomas, portanto é comum que sejam frequentemente espalhadas, o que requer atenção e exames ginecológicos regulares.
"Algumas doenças transmitidas exclusivamente pelo ato sexual são a gonorreia, a sífilis, o cancro mole e o linfogranuloma venereo. Já a tricomoníase, a herpes genital, a candidíase e o condiloma, que se manifestam com verrugas genitais, são transmitidos tanto por meio do sexo quanto pelo contato com roupas íntimas, sabonetes etc. A Aids e a hepatite viral, além de serem passadas através do sexo, também podem ser transmitidas pelo sangue, como uma transfusão de sangue contaminado, e pelo leite materno, fazendo com que uma mãe infectada transmita o vírus para o bebê", informa a especialista.
Segundo Roberta, a candidíase é uma doença que todas as pessoas têm, mas os sintomas somente se manifestam quando há um período de crise ou quando a imunidade baixa drasticamente. Além disso, o homem carrega a doença, porém em sua forma assintomática, diferente do que acontece com a mulher. Assim, eles acabam não tratando e transmitindo-a constantemente para a parceira. A especialista também avisa quanto ao risco dos estímulos genitais feitos com alimentos que contenham açúcar. "A candidíase é facilmente proliferada quando há açúcar na região genital, portanto não recomendo que entre em contato com estas partes do corpo na masturbação, por exemplo", aconselha Roberta.
Por fim, a especialista explica que, em geral, os sintomas das DSTs são: coceiras, verrugas, corrimento vaginal ou anal, odor forte, etc. "Contudo, eles também podem estar associados a outras coisas mais simples, que nem chegam a ser uma doença. É fundamental fazer consultas periódicas com um ginecologista, pedindo exames de todas as possíveis doenças, já que muitas podem ser carregadas por um longo tempo sem a ocorrência de sintomas. Por isso, o uso de preservativos também é imprescindível", alerta Roberta Struzani.









Retirado e disponível em: http://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/relacionamentos/as-10-d%c3%bavidas-mais-comuns-sobre-sexo/ar-AA7YUYg?ocid=iehp


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Saúde Bucal

Segundo dados de 2003 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 30 milhões de brasileiros (ou seja, 16% da população) nunca estiveram em um consultório odontológico.

A boca é o órgão do corpo humano mais exposto a processos infecciosos e traumáticos. "É uma cavidade úmida, escura, bastante vascularizada, sensível a alterações orgânicas internas e a variações de temperatura e repleta de microrganismos. Portanto, muito vulnerável a doenças", explica Artur Cerri, presidente da Sociedade Paulista de Estomatologia e Câncer Bucal (Sope) e professor da Universidade de Santo Amaro (Unisa), em São Paulo.






Veja os principais sintomas, distúrbios e doenças que afetam a boca:

AFTA 


Também conhecida como estomatite aftosa, uma das doenças mais comuns da mucosa bucal, atinge cerca de 20% da população mundial, sobretudo jovens. São lesões dolorosas, múltiplas ou solitárias, que costumam incomodar por cerca de 18 dias. As aftas podem ser precedidas por ardência, coceira ou formigamento. As causas ainda não estão totalmente esclarecidas, mas suspeita-se que sejam relacionadas a predisposição genética, trauma, alergia, hormônios, estresse e doenças auto-imunes. O tratamento depende de cada caso. Não há cura, mas medicamentos específicos diminuem a sua freqüência e gravidade.


HERPES 


O herpes é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, causada pelo vírus herpes simples (VHS), que fica latente no organismo. Pode ser contraída pelo beijo e se manifesta em situações de baixa imunidade, exposição solar e, no caso das mulheres, durante a menstruação. São pequenas bolhas, que surgem geralmente nos lábios e duram, em média, duas semanas. "Todos têm contato com o VHS na infância, mas a maioria desenvolve resistência a ele", diz o estomatologista Carlos Eduardo Ribeiro da Silva. "Não existe cura para o herpes. Porém, medicamentos antivirais conseguem amenizar os sintomas e acelerar o desaparecimento das bolhas", garante.


BOCA SECA OU XEROSTOMIA 


Com o avanço da idade, as glândulas salivares diminuem a produção, o que pode provocar secura na boca e, conseqüentemente, dificuldades para falar, mastigar e engolir alimentos. A saliva fica mais viscosa, espessa e espumosa e a língua arde - um quadro que também afeta a sensibilidade do paladar. De acordo com o estomatologista Artur Cerri, o hábito de fumar e de ingerir bebidas alcoólicas, além do uso de determinados medicamentos, como antidepressivos e anti-hipertensivos, também contribuem para a redução da salivação. Além do incômodo, este problema pode trazer conseqüências mais graves. "A saliva possui anticorpos com ação antibacteriana e antimicrobiana, por isso a redução de sua produção deixa a pessoa exposta a uma série de doenças", alerta Artur Cerri. Remédios e até saliva artificial são alguns cuidados que ajudam a amenizar o distúrbio.


MUCOCELE 


Comum em crianças trata-se de uma lesão em forma de bolha, localizada geralmente no lábio inferior, causada pelo entupimento das glândulas salivares. "Muitas crianças têm o hábito de mordiscar o lábio, o que acaba causando a mucocele", explica o estomatologista Francisco Pacca, da USP, Unisa e Unicastelo. "Normalmente, é necessária cirurgia para a remoção deste tipo de lesão."


GENGIVITE E PERIODONTITE 


A inflamação da gengiva (gengivite) é desencadeada pelo acúmulo da placa bacteriana, que se forma principalmente pela má higiene dos dentes. A região fica avermelhada, inchada e costuma sangrar. A simples remoção da placa bacteriana resolve o caso, mas se não for feita o quadro pode evoluir para periodontite. Isso ocorre a partir do momento em que as fibras e os tecidos que suportam a arcada dentária ficam comprometidos. Neste momento, sem intervenção de um especialista, há risco de perda de dentes. Vale lembrar que a predisposição genética é um fator relevante para o aparecimento.


HALITOSE


Termo da medicina para o conhecido mau hálito, pode ter mais de 50 causas. No entanto, segundo o estomatologista Carlos Eduardo Ribeiro da Silva, 90% delas estão relacionadas ao estado em que se encontra a boca. Diferentemente do que a maioria das pessoas acredita, pouquíssimos casos têm origem no estômago. "Basicamente, a halitose é provocada por falta de higienização ou limpeza inadequada, sobretudo da língua", afirma o especialista. O acúmulo de alimentos forma placas brancas de origem bacteriana na superfície da língua - a chamada saburra lingual. Ali, mais de 700 microrganismos passam a produzir compostos sulfurados voláteis que liberam enxofre, gás responsável pelo odor desagradável. "Para prevenir este mal, é preciso manter uma higiene completa. A escova de dentes pode ser usada para limpar a língua, embora também existam à disposição raspadores linguais, vendidos em farmácias", orienta o especialista.



Atenção ao câncer bucal 


O Brasil é o quinto país do mundo em incidência de câncer de boca, o que inclui os tumores malignos de lábios e da cavidade oral. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, este é o oitavo tipo de câncer mais freqüente nos homens e o nono entre as mulheres. E, segundo as projeções para 2005, até o final do ano serão registrados no país mais 9.985 novos casos envolvendo o sexo masculino e 3.895 o feminino.

O estomatologista Jayro Guimarães Jr. explica que 95% desses tumores se desenvolvem na forma de carcinoma epidermóide. "Ou seja, aparecem como uma ferida que nunca cicatriza e cresce progressiva e rapidamente, infiltrando-se nos tecidos vizinhos", explica. O tratamento é feito por meio de cirurgia para retirada do tumor, podendo ser empregadas radioterapia e quimioterapia. Como em outros tipos de lesões cancerígenas, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores serão as chances de sobrevida. O grande problema, segundo o estomatologista Artur Cerri, é que há poucas campanhas de prevenção contra o câncer de boca e as pessoas costumam procurar ajuda muito tarde. "Cerca de 85% dos casos são descobertos em estágio avançado, o que dificulta o tratamento e cura. Resultado: 50% dos pacientes morrem em um ano após o diagnóstico", lamenta o especialista.
O principal agente causador do câncer na cavidade bucal é o cigarro, mas o álcool tem efeito potencializador. Nos lábios, o tumor maligno também pode ser desencadeado pela exposição ao sol sem o uso de protetores contra os raios ultravioleta, especialmente em pessoas de pele e olhos claros.

As principais formas de prevenção, portanto, são parar de fumar, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e usar filtro solar labial. Outra recomendação é ficar atento às feridas na região que demorem mais de 15 dias para cicatrizar. Não quer dizer que necessariamente sejam câncer, mas é preciso investigar. Ao notar qualquer lesão suspeita, procure um médico ou estomatologista.

O que é uma boa higiene bucal?


Hálito puro e sorriso saudável são o resultado de uma boa higiene bucal. Isso significa que, com uma higiene bucal adequada:
·         Seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimentares;
·         A gengiva não sangra nem dói durante a escovação e o uso do fio dental;
·         O mau hálito deixa de ser um problema permanente.
Consulte o seu dentista caso sua gengiva doa ou sangre quando você escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver passando por um problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência de um problema mais grave.
Seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação e o uso do fio dental.
Como garantir uma boa higiene bucal?

Uma boa higiene bucal é uma das medidas mais importantes que você pode adotar para manter seus dentes e gengiva em ordem. Dentes saudáveis não só contribuem para que você tenha uma boa aparência, mas são também importantes para que você possa falar bem e mastigar corretamente os alimentos. Manter uma boca saudável é importante para o bem-estar geral das pessoas. Os cuidados diários preventivos, tais como uma boa escovação e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentários se tornem mais graves. Devemos ter em mente que a prevenção é a maneira mais econômica, menos dolorida e menos preocupante de se cuidar da saúde bucal e que ao se fazer prevenção estamos evitando o tratamento de problemas que se tornariam graves. Existem algumas medidas muito simples que cada um de nós pode tomar para diminuir significativamente o risco do desenvolvimento de cárie, gengivite e outros problemas bucais.
·         Escovar bem os dentes e usar o fio dental diariamente.
·         Ingerir alimentos balanceados e evitar comer entre as principais refeições.
·         Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme dental, que contenham flúor.
·         Usar enxagüante bucal com flúor, caso seu dentista recomende.
·         Garantir que crianças abaixo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou suplementos de flúor, se habitarem regiões onde não haja flúor na água.

Técnicas corretas de escovação:

Coloque a escova em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Movimente a escova, afastando-a da gengiva.


 Escove delicadamente as partes internas, externas e de mastigação de cada dente com movimentos curtos de trás para frente.

Com cuidado, escove a língua para remover bactérias e purificar o hálito.



Uso correto do fio dental:







Use aproxima- damente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos.

Siga, com cuidado, as curvas dos dentes.

Assegure-se de limpar além da linha da gengiva, mas não force demasiado o fio contra a gengiv




(Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br)
(Fonte: http://www.colgate.com.br)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Dicas Para Cuidar dos Cabelos



Diariamente, o ser humano perde entre 50 e 100 fios. Isso é natural, pois o cabelo possui um ciclo de vida dividido em três fases:

Anágena, que corresponde ao período de crescimento ativo e leva de três a seis anos;


Catágena, período de regressão, quando o fio para de crescer, com duração de cerca de três semanas;
Telógena, momento em que o fio antigo cai e começa a ser substituído por um novo; esse período é de cerca de três meses até o novo fio começar a nascer.

Os fios anágenos são a maioria, cerca de 90% dos cabelos. Ao longo da vida, a pessoa tem cerca de 30 ciclos capilares.

Entenda mais sobre a saúde dos seus cabelos (vídeo do programa Vida Melhor):


(vídeo retirado do Youtube) 




Os cabelos são formados na derme – a camada média da pele – e devem ser cuidados como qualquer outra parte do corpo para manter a saúde. Além da importância estética, esses fios funcionam como proteção do couro cabeludo contra os traumas e as ações climáticas, como sol, chuva e frio.


Cuidados caseiros para os cabelos

Os cabeleireiros Lela Athanasio, do Crystal Hair, Zeni Meireles, da Ophicina do Cabelo, Sônia Nesi, do Studio Sonia Nesi e Angélica Teixeira, do Werner Coiffeur Dias Ferreira ensinam como cuidar dos fios em casa.



1 - Um cabelo bonito nunca pode ser lavado com água 'pelando', pois o calor abre as cutículas do fio e causa frizz. Use somente água fria e morna.

2 - Ao lavar os cabelos em casa, faça duas etapas: use a medida de uma moeda de 1 real de shampoo, massageie os fios com a ponta dos dedos, enxágue muito bem e repita a operação.

3 - Shampoo anti-resíduo deve ser usado pelo menos uma vez por semana. Mas deve ser evitado por quem tem progressiva ou tintura, pois ele limpa a química.

4 - Nunca passe condicionador na raiz, para não aumentar a oleosidade da região. Para saber onde aplicar o produto, meça quatro dedos a partir da risca. Dali para baixo, o condicionador está liberado.

5 - Retire todo o condicionador do cabelo, nada de deixar um pouquinho para ajudar a pentear.

6 - Não importa se seu cabelo é liso escorrido ou crespo: use sempre um creme para pentear depois de lavar. Ele serve para repor nutrientes e proteger os fios.

7 - Depois use os finalizadores. Um bom leave-in é o segredo de beleza de muitas celebridades. Espalhe bem o produto com as mãos e penteie os fios. Mas use o produto com moderação, pois o excesso pode deixar o cabelo pesado. O ideal é o equivalente a uma moeda de 50 centavos.

8 - Quem faz escova precisa usar um creme termoativo que, além de proteger os fios, tem ingredientes que hidratam.

9 - Quem quer brilho pode aplicar o silicone no cabelo seco ou molhado. Para diminuir o aspecto ressecado, passe nas pontas logo após o leave-in. Ele formará uma película de brilho.

10 - A pomada é indicada para modelar os fios, mas, se o seu cabelo for oleoso, evite, pois ela é gordurosa. No lugar, use um creme de modelar para fazer penteados ou silicone, se o problema for o frizz.

11 - A dica para os cabelos enrolados é usar o musse depois do leave-in. Passe o equivalente a uma bola de pingue-pongue do produto, use um pente para ajudar a espalhar e amasse os fios com as mãos.

12 - Se o seu cabelo arma ao longo do dia, escolha uma musse de fixação forte, que é duas vezes mais poderosa que a comum, para domar seus cachos e evitar aquele efeito leoa.

13 - O formato do rosto é fundamental para a escolha do corte. O formato de triângulo invertido vai bem com fios desfiados e franja lateral. Redondo, com longos desfiados nas pontas. O quadrado deve ficar longe dos curtos. E o oval vai com quase todos os cortes.

14 - Quem tem cabelo liso e quer dar volume deve cortá-lo em camadas. E quem tem enrolado e quer domar os fios, deve desfiá-los.

15 - O chanel continua em alta, e pode ser usado inclusive por quem tem cachos, mas fica volumoso.

16 - Um jeito de saber se você pode ser loira é pela sobrancelha. Se ela for escura, com fios fechados, você não deve adotar o tom. Mas se ela for escura e translúcida, com fios ralos e um pouco de pele aparecendo, tudo bem.

17 - Quem tem a pele branquíssima pode ter qualquer cor de cabelo.

18 - Quem tem tintura escura e quer clarear deve ir com calma. Faça mechas a cada três meses e, quando 50% do seu cabelo estiver mais claro, mande ver na coloração. Desse jeito, você agride menos os fios.

19 - Assim que você sair do salão, compre shampoo e condicionador específicos para seu tipo de cabelo. Peça ajuda ao seu cabeleireiro para escolher os melhores produtos para usar em casa.

20 - Muita gente acha que o tonalizante agride menos os fios, mas isso não é verdade. Se for usado por três meses, a quantidade de pigmentos de cor acumulada no fio será a mesma da tintura, mas sem o mesmo efeito aparente.

21 - Dê um intervalo de pelo menos um mês entre duas químicas para poupar o cabelo.

22 - Hidratações devem ser feitas pelo menos uma vez por mês no salão.

23 - Se os seus fios são muito secos, precisam de produtos hidratantes. Procure saber, através do rótulo, se eles possuem óleos de frutas e castanhas, abacate e manteiga de karité, que são ótimos para hidratar. Já os cabelos frágeis, que quebram com facilidade, como os que têm tintura, precisam de proteínas para ser fortalecidos.

24 - Corte as pontas de três em três meses.

25 - Quer hidratar os fios? Misture uma colher de bepantol no condicionador.






Causas da queda de cabelo feminino

 

De acordo com o Dr. Erick Omar, da AE Skin Center, perder cerca de 100 fios de cabelo diariamente é normal. “A queda faz parte do ciclo de renovação do cabelo. Se a queda está sendo maior que o normal é preciso investigar as causas, que podem estar em uma alimentação desequilibrada ou até em pequenos hábitos diários”, explica.

 

Uso do secador


Ouso excessivo do secador compromete a saúde dos fios.

As altas temperaturas podem queimar o couro cabeludo e roubar água dos fios, deixando-os ressecados e suscetíveis à quebra. A forço colocada na escova associada ao ar quente pode levar à perda da raiz com o passar dos anos.

Rabo de cavalo

O penteado pode levar a um tipo de perda de cabelo chamada alopécia por tração. Ao prender os fios, certifique-se de que o elástico seja totalmente revestido de tecido para não quebrar os fios. Ter cuidado também é importante: nada de puxar demais.

Megahair

A técnica costuma arrancar os fios de cabelo pela raiz provocando falhas no couro cabeludo. A área acometida pode não recuperar mais os fios cujas raízes foram danificadas.

Tratamentos químicos

Fórmulas com tonalizantes, tintas e xampus podem provocar quedas temporárias por conter substancias nocivas ao corpo humano.

Má alimentação


Uma alimentação balanceada é fundamental para manter os cabelos saudáveis.

Os impactos na saúde também chegam aos fios. Dietas restritivas e desequilibradas, que resultam em carência de certas vitaminas, proteínas e minerais (especialmente ferro, cobre e zinco), podem fazer com que os fios caiam.

7 -principais doenças que causam perda de cabelo



Estresse

Alterações hormonais provocadas pelo estresse causam queda acentuada de cabelo.

Dormir de cabelo molhado

O hábito não deixa ninguém calvo, mas pode acelerar o processo de queda dos fios e fazer mal ao cabelo e à saúde do couro cabeludo.

Alopecia Areata

Doença auto-imune que geralmente provoca manchas circulares e perda de cabelo. Tende a ocorrer em famílias quando a célula branca do sangue de uma pessoa ataca os folículos capilares.

Alguns dos tipos de alopecia são:

Alopecia Difusa
Alopecia Areata
Alopecia Total
Alopecia Mucinosa
Alopecia de Tação
Alopecia Barbea
Alopecia Androgénica (calvície masculina)

Estresse – Doenças modernas

Estresse e doenças modernas são as mais preocupantes, afetam o maior numero de pessoas e estão ligadas ao dia dia. Síndrome do pânico, depressão, ansiedade, estresse e distúrbios alimentares são os principais distúrbios modernos. As doenças podem atingir qualquer faixa etária, raça ou classe social. Esses distúrbios emocionais afetam diretamente o cabelos e outros fatores externos.

Eflúvio Telógeno

Esta doença é caracterizada pela queda generalizada de cabelo. Isto ocorre quando um grande número de folículos pilosos entra em um ciclo de repouso prematuro. Isso, geralmente, é causado por um evento traumático, inclusive doença aguda, alterações hormonais, cirurgia, anestesia e grandes mudanças de vida. A condição não é permanente, o cabelo vai crescer novamente.

Tinea Capitis

É uma infecção fúngica que provoca a perda de cabelos em crianças. Os sintomas incluem flocos escamosos brancos na cabeça ou uma grande bolha que cobre o couro cabeludo. Se tratada nos estágios iniciais, o crescimento do cabelo deverá voltar ao normal.

Tireóide e Alopecia

A glândula tireóide regula o metabolismo do corpo. Se a glândula estiver acima ou em hipoatividade, ela pode afetar o crescimento do cabelo. Uma vez que este problema seja tratado, o crescimento do cabelo se normalizará.

Lupus

Lupus é uma doença auto-imune que causa a inflamação do tecido do órgão. Isso faz com que a perda de cabelo aconteça em até 50% dos portadores e pode ser permanente ou temporária.
Problemas Alimentares
A perda de cabelo, também pode ser causada por problemas nutricionais, incluindo anemia, diabetes, desnutrição, anorexia e bulimia.
A perda de cabelo raramente está relacionada à Nutrição – menos de 1% dos casos. Quando esta relação existe , a causa pode ser a ingestão excessiva de vitamina A ou uma deficiência de ferro, biotina, zinco ou proteína.








(fonte: http://www.mulher.com.br/beleza/25-dicas-para-cuidar-dos-cabelos-em-casa)
(fonte: http://www.bolsademulher.com/cabelos/queda-de-cabelo-principais-causas/)
(Fonte: http://www.fernandacaroline.com/2013/11/19/principais-doencas-que-causam-perda-de cabelo/#sthash.Iv2irQq6.dpuf)